Rio da poesia

As palavras fluem,
mudas, pela folha
de papel rugosa,
à espera que alguma poderosa
paixão as escolha
e recolha
para uma breve criação.

Todas gritam mudamente,
sem realmente dizerem nada,
pois no rio da poesia apenas nada
a palavra
que verdadeiramente traga
algo que se saiba
ser genuíno.

30.05.2016

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